domingo, 30 de maio de 2010

O segredo

























O segredo

Aprisionei a liberdade
num inefável canto do meu ser.
Manietei-a inconscientemente.
Condicionei-a às formalidades
orquestradas por um ego oculto
manchado de hipocrisia.
- Um pouco de tempo -
sussurra-me o vento
- um pouco mais de tempo
e a liberdade soltará
as amarras de silêncio
para voar a galope
rumo às bem aventuran
ças.

Florbela Ribeiro®

1 comentário:

  1. O poeta tem está conciência que precisa se
    libertar, de algumas amarras, todos nos
    a temos, Flor parabéns belo texto!!!

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