sexta-feira, 30 de maio de 2008

ALÉM-DOR


ALÉM-DOR

Os meus olhos magoados
Lêem no teu silêncio
A dor do inevitável.
Sofro por ambos
Ambos sofremos.
Ah mas porque dói
Tanto o amor?
Reconheço, não estou só
Deus fortalece-me
Mas ainda assim
Sinto-me frágil.


Florbela Ribeiro A.S.

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